É com grande pesar que informo a morte de uma das mais talentosas artistas da nossa geração: Amy Winehouse.
Neste sábado (23), a cantora foi encontrada morta em sua casa em Camden, na Inglaterra.A notícia foi confirmada pela polícia local. O resultado da autópsia deve ser divulgada no domingo.
Segundo a polícia britânica, o serviço de ambulância foi chamado às 4 horas da manhã: "A unidade foi chamada após relatos de uma mulher morta. Na chegada, os oficiais encontraram o corpo de uma mulher de 27 anos de idade, que foi declarada morta no local. Ainda não foram identificadas as circunstâncias da morte. Nesta fase inicial está sendo tratada como inexplicável".
A cantora, de 27 anos, tinha a saúde fragilizada devido aos problemas com drogas e álcool. No mês passado, ela chegou a abandonar uma turnê pela Europa após ter sido vaiada durante show na Sérvia por estar bêbada demais. Amy mal conseguia cantar e deixou o palco várias vezes no meio do concerto.
Seu último momento no palco foi na quarta-feira (20). Amy fez uma participação surpresa no show de Dionne Bromfield, em Londres. Winehouse subiu ao palco com Dionne e, apesar de não cantar, dançou e pediu aplausos do público para a jovem cantora, apadrinhada por ela desde 2008.
No início do mês, amigos contaram que Amy voltou a beber demais. Ela teria sofrido três desmaios por consumir vodca demais. "Seu consumo está totalmente fora de controle”, afirmou uma fonte próxima à cantora. (Fonte - msn.com.br)
(Ironicamente eu estava ouvindo Back to Black essa manhã..estranho, nao?) Eu gostaria de informar o contrario, e fazer uma bela review com seu disco novo, que tudo indicava que estava à caminho, mas nem tudo é como queremos. Pessoalmente, estou extremamente triste por ver mais um talento perdido... Mas é como dizem: "Os bons morrem cedo".
Preparem-se pra uma avalanche de coisas boas sobre ela. Os bons comentarios que faltaram em vida.
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Eu e a Mari estamos totalmente apaixonados por este álbum que merece uma atenção enorme. Um misto de disco, house, garage rock em harmonia ...
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Você ja viu essa cena antes. Se voce vive no meio indie, sabe muito melhor do que vou tratar agora. Vou citar uma situação real, pra ter um...
23.7.11
7.7.11
Review: Gossip _ Music for Men
Eu e a Mari estamos totalmente apaixonados por este álbum que merece uma atenção enorme. Um misto de disco, house, garage rock em harmonia perfeita com uma atmosfera que revive os anos 80's e uma pitada de blues na voz de Beth Ditto. Recheado de ótimas músicas e letras que falam de relacionamentos frustrados até sua própria autoestima, fugindo do pop dançante sem sentindo e músicas de amor. Temas que acompanham o Gossip desde então por seus integrantes. Razão por Beth Ditto ser uma gordinha extremamente encantadora, um ícone que quebra todos os estereótipos e ditaduras de beleza. Fazendo jus à atmosfera gay contida no álbum, não podia faltar algo sobre o tema, explicando assim o título do mesmo, aí entra a canção Men in Love (Homens Apaixonados), queercore ao extremo, fala sobre relacionamentos homoafetivos onde não deve haver qualquer tipo de censura alheia, seja você mesmo e se expresse. "Dance like there's nobody looking/Slide like you're coming my way/Shake like you know what you're doing." E o assunto não para por aí, já que podemos ver no cover do disco a baterista Hannah Blilie em sua aparência andrógena.
Gossip - Men in Love
Invocando a atmosfera disco, temos as canções Pop Goes the World quando Beth Ditto age como um travesti em seu videoclipe montada em cima da new wave. Love Long Distance, um relacionamento de longa distancia regado por um videoclipe clichê mas criativo, num ringue de patinação com direito a globo de espelhos. Heavy Cross, o acerto musical e lírico do álbum sobre este mundo cruel e singular destacando a voz cheia de sentimento de Beth num pop puxado para o blues.
Gossip - Pop Goes the World
Gossip - Love Long Distance
Gossip - Heavy Cross
No decorrer do álbum você pode encontrar mais rock misturado com blues e pop em músicas como Dimestore Diamond, 8th Wonder, Vertical Rhythm, For Keeps e as demais citadas. Então concluímos que é um prato cheio e entra na minha categoria de "O Que Eu Ouvia Antes Disso?", por isso o tamanho empenho em realizar esta review, estou satisfeito.
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3.7.11
(Cover) David Bowie _ The Man Who Sold the World
Quero começar um novo negócio por aqui, produção. Expondo uma das partes quase esquecidas e tão importantes na execução de um álbum. O Cover. Parte visual do álbum, o encarte, sua arte, sua proposta. Considero o cover como um convite ao desconhecido, uma placa de Boas-Vindas estampado frente ao disco. Os LPs já eram valorizados muito antes de eu estar pensando em nascer _e poderia ter ficado apenas no pensamento, ora. Seus encartes eram grandes páginas de papel duras com informações técnicas, algumas fotos e aquele instrumento lindo que se chama Vinyl. Por onde a mídia física anda ultimamente, parece que os mesmos estão pensando em voltar e até em cores novas para derrubar o pretinho clássico. Uma grande sorte dessa geração que não tem o costume de comprar CDs e pode aprender a valorizar música boa dessa forma. Já que artistas da Billboard passam bem longe dessa velharia, menos os Beatles, porque eles são um saco! Enfim, não pense nisso como uma futilidade, mas álbum perfeito é aquele que você escuta muitas vezes na vida e se lembra daquela imagem característica, ah sim. Outra que é mais agradável e pode até ser um ícone decorativo no quarto vintage de qualquer moderninho de São Paulo que acaba de descobrir que Andy Warhol não é uma banda, mas sim o autor da capa do Velvet Underground. Pois é, cara, sua vida foi uma mentira. Agora sem mais delongas a capa da semana!
The Man Who Sold the World, de longe o meu cover preferido de todos do Bowie. Mas sou suspeito pra falar de qualquer coisa à seu respeito, consigo ser demasiadamente parcial à favor dele, afinal, ele é intocável! E essa arte é realmente incrível, invoca uma parcela artística enorme à respeito da humanidade, meados do Renascimento, apesar de apresentar estilos Pré-Rafaelistas _de acordo com pesquisas. Consigo enxergar a grande pureza e honestidade do Bowie, como uma figura híbrida em sua androginia, expondo-se como uma mulher frágil, mas seguramente decidida em sua postura. Uma postura despreocupada e maliciosa, frente a instrumentos que aludem o poder social em seus significados, reforçando sua postura frágil, mas poderosa. Ele é O Homem que Vendeu o Mundo, cheio de si e certo do que quer e quem é. Mas sua imagem não é tão transparente assim para outrem, então é de sua preferência perecer entre os loucos, que são tão sãos quanto ele. Ou talvez não signifique nada disso, talvez ele simplesmente quis se tranvestir em suas viadagens. Mesmo assim, estou apaixonado pelo cover.
Me senti numa das aulas de artes onde minha professora pede a análise e suas características. Qual seria a opinião dela, afinal? Mari aposta em revolta.
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28.6.11
SWU já tem artistas confirmados!
Isso mesmo, os organizadores do SWU confirmaram hoje em uma coletiva de imprensa 5 artistas q farão parte do festival, que acontecerá em Novembro.
Antes de contar os artistas confirmados, vou mostrar a lista dos prováveis artistas a vir pro festival, pra tentar animar (você entenderá o porquê):
Existem tambem fortes rumores de que Neil Young virá tambem para fazer uma palestra, mas os organizadores nao falaram nada sobre ele tocar também no festival.
Tirem as próprias conclusões sobre a lista. Eu estou me apoiando na incerteza de que a lista ainda será mexida, e mais artistas virão. Vamos cruzar os dedos, afinal, é só isso que nos resta.
Antes de contar os artistas confirmados, vou mostrar a lista dos prováveis artistas a vir pro festival, pra tentar animar (você entenderá o porquê):
- Arctic Monkeys
- Black Eyed Peas
- Black Keys
- Bob Dylan
- Cold War Kids
- Kaiser Chiefs
- Marilyn Manson
- Maroon 5
- Megadeth
- Neil Young
- Sonic Youth
- Simple Plan
- Soundgarden
- Black Eyed Peas
- Snoop Dogg
- Megadeth
- Peter Gabriel
- Damian Marley
Existem tambem fortes rumores de que Neil Young virá tambem para fazer uma palestra, mas os organizadores nao falaram nada sobre ele tocar também no festival.
Tirem as próprias conclusões sobre a lista. Eu estou me apoiando na incerteza de que a lista ainda será mexida, e mais artistas virão. Vamos cruzar os dedos, afinal, é só isso que nos resta.
27.6.11
REVIEW: Iggy Pop & The Stooges: Raw Power
Quem disse que nós temos q comentar só sobre albuns novos, ãhn?
Quero muito compartilhar esse album, que está (ever and ever) no meu top 5 pessoal. Desconsiderem elogios, pois sou suspeita pra falar do Iggy e seu trabalho.
Primeiramente, essa capa me dá medo, então sem comentários sobre ela.. vamos pular direto pra parte em que falo das faixas (risos).
A primeira faixa, Search and Destroy, ja mostra para que o album veio. Cheia de energia e com aquele riff marcante (talvez seja por isso q a encontramos no Guitar Hero 2).
Gimme Danger é a minha favorita
Your Pretty Face is Going to Hell acaba com a "viagem", trazendo a tona o punk rock inconfundivel do Stooges, o mesmo punk com riffs bem trabalhados e energia de Search and Destroy. Autêntico.
Em seguida, temos Penetration
A musica-titulo do CD, mostra de fato todo o "poder bruto"
I need somebody é uma das minhas favoritas. Não sei porquê, mas sinto vestígios de The Cramps. Quem gosta de ouvir albuns na integra, sabe que todo album tem a sua musica melosa. Digamos que essa é a "musica melosa" do Raw Power, mas melosa ao modo Stooges (lê-se sexy pra %$&#@). Uma declaração de amor, por assim dizer: "I need somebody baby, just like you".
Shake Appeal tem uma pegada mais psychobilly, novamente com forte apelo sexual, de uma forma quase poética.
E pra fechar com chave de ouro, Death Trip é uma musica altamente energética, com direito a varios "ooooow yeah, allright" em alto e bom som embalando a letra. Perfeita para um Pogo Dance.
Sem duvidas, esse é aquele tipico album que quando acaba, deixa saudades e até um certo vazio. Portanto, prepare seu Repeat Mode, coloque o album no ultimo volume,
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26.6.11
The Kills faz cover de Velvet Underground
Imaginem meu choque ao ver isso. A versão do Kills é da musica "Pale Blue Eyes", do maravilhoso Velvet Underground, e não é tão antiga (é de uns 3 meses atrás). O cover foi promovido pela Levi's Sessions, que juntou artistas atuais para gravar versões de musicas dos seus artistas usados como inspiração. Sem mais delongas, ouçam:
E para os mais desavisados, eis a versão original, gravada pelo Velvet Underground:
Fala se Velvet Underground não é a cara do domingo? *-*
E para os mais desavisados, eis a versão original, gravada pelo Velvet Underground:
Fala se Velvet Underground não é a cara do domingo? *-*
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17.6.11
Babações, modéstia a parte
Você ja viu essa cena antes. Se voce vive no meio indie, sabe muito melhor do que vou tratar agora. Vou citar uma situação real, pra ter um entendimento mais fácil: Agora o Strokes vai tocar no Planeta Terra (mais um daqueles festivais indies feitos pro pessoal que conhece só uma musica do line up inteiro e que balança a cabeça com cara de conteudo nas demais musicas), e agora tem gente até vendendo o corpo pra garantir seu lugar na platéia. "Se eu ver o Strokes, posso morrer feliz" é um lema do pessoal que deveria fundar uma ONG defensora das bandas indies. É isso ai, a mesma galera que atolou as redes sociais de comentarios negativos (no maximo neutros) sobre o Angles, novo album do Strokes, quer desesperadamente vê-los, declarando que eles são a banda mais foda de toda a cena. Faz favor né?
Outra banda intocavel -tombada pelo patrimônio historico da Ong que citei acima- é o Arctic Monkeys. Eles, que ja foram considerados "A salvação do Rock n Roll inglês" são tão intocaveis que nao consigo sequer achar um comentario ruim sobre o que eles lançam, e se acho, já foi trollado por milhares de Indies sedentos por sangue revoltados querendo justiça. Infelizmente eu nunca achei cara a cara pra perguntar quais são as musicas favoritas dele. De duas uma, ou ele vai pegar seu Ipod e falar aleatoriamente (como numeros de Bingo) o nome das musicas que nao viraram singles, ou ele vai falar "Flourescent Adolescent", "Teddy Picker", "Brianstorm", musicas que são igualmente fodas, mas que são as unicas que eles conhecem.
Pessoal, vamos parar de tanta babação? Alex Turner, Julian Casablancas, Alex Kapranos, Jack White, Morissey, Marcelo Camelo, Thom Yorke e afins não são santos da igreja, e tampouco merecem esse "sentimento bipolar" que voces oferecem. E parem de achar que aqui é Londres, a água nao tem tantas substâncias como lá, voces podem lavar o cabelo à vontade, de preferencia com a mesma frequencia que lavam a jaquetinha de couro surrada, e o Mad Rats. Ao menos que voces criem essa tal Ong. Pensando bem... melhor não.
Pra fechar e ter certeza de que não serei rastreada por esses Indies histericos, duas musiquinhas pra fazer a felicidade da le galerë...
e fica registrado: se esse blog parar com suas postagens de novo, é porque "eles" me acharam. estou com muito medo (risos).
E nem me pergunte sobre os Hipsters, que acham que só eles podem ouvir tais banda do meio underground. Vou embora antes que eu começe a quebrar tudo...
| NUNCA fale mal do Alex, ou voce nao viverá para ouvir o próximo disco. |
Pessoal, vamos parar de tanta babação? Alex Turner, Julian Casablancas, Alex Kapranos, Jack White, Morissey, Marcelo Camelo, Thom Yorke e afins não são santos da igreja, e tampouco merecem esse "sentimento bipolar" que voces oferecem. E parem de achar que aqui é Londres, a água nao tem tantas substâncias como lá, voces podem lavar o cabelo à vontade, de preferencia com a mesma frequencia que lavam a jaquetinha de couro surrada, e o Mad Rats. Ao menos que voces criem essa tal Ong. Pensando bem... melhor não.
Pra fechar
e fica registrado: se esse blog parar com suas postagens de novo, é porque "eles" me acharam. estou com muito medo (risos).
E nem me pergunte sobre os Hipsters, que acham que só eles podem ouvir tais banda do meio underground. Vou embora antes que eu começe a quebrar tudo...
16.6.11
Review: Lady Gaga _ Born This Way
Sempre tive um grande preconceito com a Gaga, desde a época de Just Dance em que ela usa o Lightning Bolt do meu dignissímo Bowie, acredito que esse álbum veio pra quebrar todos os tabus sobre ela. Deixo de lado os plágios, ou inspirações e vou direto ao assunto. Não sou um grande entendedor da Gaga, tampouco de seus mistérios e não precisa ter um gosto apurado pra apreciar o que ela faz, sua música é o tipo que passa por todos até à força, devo dizer.
Born This Way, seu último trabalho lançado é interessantíssimo. Diferente de seu primeiro trabalho, ele não é comercial, é talvez mais verdadeiro e mais artístico do que se possa imaginar. Desde Alejandro, ela vem mergulhando nessa pegada mais sombria, tentando dizer o que ela realmente veio pra dizer _mesmo que estranhamente_ o álbum fala com voz de desabafo, libertação. Mesmo sem deixar o atual de lado, com os sintetizadores manjados nessa época onde as baladas resurgem e deixam de fazer parte unicamente da cultura gay, o álbum tem hits dançantes pra galera ferver na noite como as já lançadas Born This Way e Judas, dou destaque à Government Hooker, Americano, Scheiße, Black Jesus † Amen Fashion e Highway Unicorn (Road to Love), todas do mesmo estilo. O resto consigo descrever como baladinhas dançantes e hinos de libertação como The Edge of Glory, Marry the Night, Bloody Mary e Hair.
Como dá pra perceber, Lady Gaga não para em Judas ao invocar os temas religiosos. Essa é quase uma caminhada por Like a Prayer da Madonna, mas talvez seja só mais uma coincidência de muitas. (risos) Um tema que eu aprecio muito na zona artística, ela consegue se expressar muito bem como em Black Jesus † Amen Fashion, onde no começo da música a cantora repete "Jesus is the new black", alusão à moda onde o preto é eterno. Já em Bloody Marry, ela encarna a desolada Virgem Maria no papel de mártir por quem ama.No geral o álbum é bom, melhor que The Fame, mais original e verdadeiro que seu antecessor. Talvez isso explique seu título. Lady Gaga quis mostrar que nasceu dessa maneira e daqui pra frente seguirá, assim espero. Só não acredito que ela tenha nascido como mostra na capa de seu CD. (risos) Na verdade é o único defeito gigantesco do álbum em si, ou talvez seja mais uma de suas referências. _Diamond Dogs do Bowie mandou lembranças_ No final, eu prefiro usar a imagem do single do mesmo título, é mais agradável de qualquer forma. Mesmo que.. ops.
Voltando a ativa / Bem vindo, Vitor!
A partir de hoje, esse blog está voltando à ativa, acordando de um sono profundo (êêê)
E também mais uma novidade: agora a "equipe" Blue Monday tem mais um elemento.Seja bem vindo, Vitor \o/
E também mais uma novidade: agora a "equipe" Blue Monday tem mais um elemento.Seja bem vindo, Vitor \o/
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16.3.11
The Duke Spirit
Eu precisava compartilhar isso com o mundo!!!
The Duke Spirit é uma banda muuuuito lado b, tanto q eu mal consegui achar informações sobre, nem na Last.fm, Wikipédia.. nada. Estive escutando as musicas esses dias, e eles sao absolutamente fantasticos. Numas horas parecem Shoegaze, nas outras parecem mais um The Cardigans mais "pegado". Acho q uma descrição mais viavel seria "Post-punk/revival", um indiezinho baseado no passado q mtos estão fazendo hoje em dia, mas de todas q ja ouvi, dou crédito pra essa e pro Interpol hehe.Poupem-me de comentarios, apenas ouçam:
The Duke Spirit é uma banda muuuuito lado b, tanto q eu mal consegui achar informações sobre, nem na Last.fm, Wikipédia.. nada. Estive escutando as musicas esses dias, e eles sao absolutamente fantasticos. Numas horas parecem Shoegaze, nas outras parecem mais um The Cardigans mais "pegado". Acho q uma descrição mais viavel seria "Post-punk/revival", um indiezinho baseado no passado q mtos estão fazendo hoje em dia, mas de todas q ja ouvi, dou crédito pra essa e pro Interpol hehe.Poupem-me de comentarios, apenas ouçam:
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